sábado, 10 de abril de 2010

Plano Nacional de Banda Larga em abril


De acordo com Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, o governo federal deve anunciar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) durante o mês de abril e ele deverá ser incluído na segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2).

Segundo o ministro, o PNBL ainda não foi incluído ao PAC-2 porque o presidente Lula ainda não se reuniu com todos os ministérios envolvidos para aprovar seu conteúdo.

O PNBL promete universalizar o acesso à web no Brasil e o governo poderá fazer uso da Telebrás durante sua implementação.

O que é o plano nacional de banda larga?


O Ministério das Comunicações entregou ao presidente Lula um estudo de 197 páginas que prevê a criação de um plano nacional de banda larga.
A ideia é reunir R$ 75 bilhões em investimentos públicos e privados nas redes de telefonia até 2014 e levar banda larga de pelo menos 1 Mbps a todos os municípios brasileiros por preços acessíveis pelas populações de baixa renda
O centro do plano é usar redes de fibra óptica que já existem pelo país, mas estão ociosas e criar conexões com redes móveis para atender zonas rurais e municípios afastados dos grandes centros.

O principal debate, no momento, é qual o melhor modelo para gerir os investimentos nesta rede.
Estão na disputa pelo menos três ideias, uma que prevê a criação de uma grande estatal, sob o nome da Telebrás, para fornecer banda larga, outra que prevê a entrega das redes públicas à iniciativa privada e um terceiro modelo, que prevê conjugar empresas públicas e privadas para administrar a nova rede. Veja abaixo os principais pontos do plano.

Qual o objetivo do plano nacional de banda larga?
Organizar investimentos públicos e privados para aumentar a concorrência no setor de banda larga nas grandes cidades e levar internet até os municípios que não contam com serviço de qualidade.
O programa prevê duas fazes. Na primeira, com conclusão em 2012, todas as regiões do país seriam atendidas, exceto a Norte. Na segunda, com conclusão em 2014, o plano atenderia às regiões afastadas do Norte do Brasil, como os municípios da Amazônia.
A meta é conectar à web 50% dos domicílios brasileiros até 2014 o que permitiria que mais de 90 milhões de brasileiros tenham internet em casa, além daqueles pode podem usar a web no trabalho, em escolas e centros públicos. De acordo com o Ministério das Comunicações, atualmente 17,8% dos domicílios têm acesso à web.

Como a internet vai chegar até os novos usuários?
O plano do governo é usar como base redes de fibra óptica sob seu controle e que estão ociosas, como as redes construídas pela Petrobrás e Eletrobrás, o que inclui a rede de Furnas.
Além disso, o governo espera obter o controle sobre uma rede da Eletronet, empresa falida que detém 16 mil quilômetros de fibras espalhados pelo Brasil. Para isso, o governo precisará entrar em acordo com os credores da Eletronet, o que inclui grandes empresas como a Alcatel-Lucent, que briga na Justiça para receber por serviços não pagos.

Quando tiver esta grande rede em mãos, o governo prevê fazer novos investimentos para melhorar a rede e criar conexões sem fio entre os pontos onde termina o cabeamento de fibra óptica e os pequenos municípios brasileiros. Uma das ideias é usar conexões de rádio para atender às zonas rurais.
Para fazer estes investimentos o governo espera usar recursos do Funtel, um fundo público usado para ampliar o acesso à telefonia no país. Depois de feitos todos os investimentos, o governo precisa decidir quem administrará essa nova rede. Há três propostas em debate: uma estatal, outra privada e uma mista.

1 -Modelo estatal

Defendido pelo Ministério do Planejamento, o modelo estatal prevê que toda a rede fique sob controle da Telebrás.
A empresa pública gerenciaria a rede e venderia serviços de banda larga diretamente ao consumidor. O Ministério avalia que, uma vez que o governo fez todos os investimentos sozinho, ele é quem merece ficar com o controle da rede. Nesse cenário, a Telebrás atuaria como uma concorrente das empresas já estabelecidas, como Telefônica, GVT, NET e Oi.

Ponto a favor: O governo terá total liberdade para definir preços e usar sua rede com finalidades sociais, além de pressionar as teles privadas a melhorar seus serviços para não perder clientes para a Telebrás.
Ponto negativo: Concentra todos os investimentos no poder público e há o risco de o modelo estatal não ser o mais eficiente para atender os consumidores.

2 - Gerencia Privada

Defendida pelo Ministério das Comunicações, o modelo privado entregaria às grandes teles a infraestrutura da nova rede.
Para levar web até as zonas rurais e pequenas cidades, o governo ofereceria incentivos fiscais para compensar as teles por atender regiões onde não há interesse econômico. Além disso, o projeto prevê o compartilhamento das redes móveis em regiões afastadas, diminuindo o custo das teles.
Ponto a favor: Permite atrair investimentos privados e entrega a gestão às companhias que já têm expertise no setor.
Ponto negativo: Não aumenta a competição no setor e não garante preços baixos pelo serviço, já que as teles teriam liberdade para definir seus preços.

3 - Gerencia Mista

Defendida pelo Ministério da Casa Civil, o modelo misto deixa toda a gestão da rede sob os cuidados da Telebrás.
A companhia pública, no entanto, não atenderia diretamente aos consumidores, mas apenas pequenos provedores. Estas empresas é que seriam responsáveis pelo serviço de última milha, ou seja, levar a conexão até a casa do usuário. O Estado pode operar como provedor apenas pontualmente, nas regiões rurais onde não houver interesse de empresas privadas.

Ponto a favor: O modelo criaria milhares de novos concorrentes no setor de banda larga para competir com as empresas tradicionais.
Ponto negativo: Não agrada aos interesses das teles e concentraria todos os investimentos em infraestrutura no setor público.

Quais são as dúvidas do presidente Lula?
Caberá ao presidente escolher qual o melhor modelo. O presidente pediu mais estudos pois não há certeza sobre a viabilidade jurídica de vários aspectos do programa nem está claro de onde virá o dinheiro para o programa.
Existe a chance, por exemplo, de o governo não obter sinal verde para sacar recursos do Funtel e usá-los em banda larga, já que o estatuto do fundo prevê gastos para melhorar o acesso à telefonia tradicional.

Também há dúvidas sobre como resolver, na Justiça, o imbróglio que envolve a Eletronet. A Presidência quer segurança de que será possível usar a rede ociosa já no início de 2010. Se o caso se arrastar na Justiça, o programa pode fracassar.
Lula deve anunciar sua decisão em até três semanas. O presidente tem pressa em decidir a questão pois, entre outros motivos, espera usar o programa como argumento a favor de seu governo durante as eleições do ano que vem

Felipe Zmoginski, de INFO Online
Quinta-feira, 26 de novembro de 2009 - 15h53
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/o-que-e-o-plano-nacional-de-banda-larga-26112009-35.shl

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Brava Fashion Night

Reunião hoje (09/04/2010), às 20h, na Pousada HD.

Ensaio no Cinema de Praia Brava, Domingo (11/04/2010): Infantil às 14h e Juvenil às 16h.

TI pode reduzir emissões de CO2


A consultora portuguesa IDC desenvolveu um estudo a ser apresentado no mês de maio, em Lisboa, Portugal, que revelou que a utilização de Tecnologias de Informação (TI) em grande intensidade até 2020 pode reduzir a emissão de gases de efeito de estufa em 25%.

O estudo entitula-se Reducing Greenhouse Gases Through Intense Use of Information and Communication Technology, (Reduzindo Gasdo Efeito Estufa por meio do uso intenso da Tecnologia da Informação e Comunicação, em português). A consultora mostra que será possível reduzir a emissão de 5,8 bilhões de toneladas de CO2 nos países do G20.

A redução resultaria da implementação de tecnologias em quatro áreas responsáveis por grande parte das emissões : Distribuição e Geração de Energia, Construção, Transportes e Indústria.

De acordo com a consultora, o setor da energia é o que tem o maior potencial para a redução de emissões, devido a um recurso de redes inteligentes, smart grids, que permitem o alcance de uma “total integração de fontes de energia renovável altamente distribuídas”.

O estudo aponta também para o desenvolvimento de construções inteligentes, uma melhor otimização das cadeias logísticas e a aposta na gestão inteligente de máquinas industriais.

A apresentação do estudo deverá ser feita no dia 25 de maio, durante a conferência IDC Energy ICT Forum, onde estará presente a co-autora do estudo, Roberta Bigliani.


Fonte: http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=1686#more-1686

Economia Global Verde – O papel da avaliação de impactos


Mais de 600 experts de 75 países se reúnem hoje em Genébra para discutir os impactos sociais e ambientais da transição para uma “economia verde”.

Os delegados da 30º Conferência Anual da Associação Internacional de Avaliação de Impactos (IAIA), organizada pela UNEP, segmento da ONU responsável pelo meio ambiente, irão discutir sobre 5 setores que foram identificados como as principais oportunidades de investimento verde. São eles: agricultura, indústria, turismo,cidades e transporte.

“Quando eles se encontraram em Bali há dois meses atrás, os ministros de meio ambiente de todo o mundo enfatizaram que todos os impactos referentes a políticas de economia sustentável devem ser avaliados, incluindo os aspectos ambientais, econômicos e sociais,” disse Achim Steiner,diretor executivo da UNEP.

“Profissionais envolvidos na avaliação de impactos consequentemente tem a importante tarefa de fornecer escolhas mais inteligentes e sustentáveis aos seus consumidores e clientes, incluindo o governo, empresas, autoridades locais e sociedade civil: escolhas que podem adequar os investimentos às necessidades locais, nacionais e regionais, enquanto se trabalha com redução de carbono, desenvolvimento de recursos eficientes, erradicação da pobreza e aumento dos níveis de empregamento descente,” Steiner acrescentou.

Um dos principais objetivos da conferência, que foi organizada pela primeira vez por uma agência da ONU, é apresentar as ferramentas e métodos que irão ajudar países a identificar e avaliar quais os tipos de investimento verde mais adequados a cada um.

E por falar em Genébra, Nick Taylor, Presidente da IAIA, disse que os delegados devem compartilhar suas idéias e percepções sobre como a avaliação de impactos pode remeter a uma faixa complexa de problemas globais.

“Um campo crescente do conhecimento, a avaliação de impactos pode identificar as ligações entre investimentos e o meio ambiente, saúde, criação de empregos, diversificação econômica e redução da pobreza. Este fórum veio em um momento no qual há amplo interesse no potencial das avaliações de impactos, então é vital que os experts troquem informações e contribuam para o crescimento do conhecimento,” disse Taylor.


Fonte: http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=1699

Jovens brasileiros cada vez mais empreendedores


Com uma boa idéia na cabeça, os jovens têm se aventurado no mundo dos negócios e muitos deles estão tendo bons resultados. É o caso da empresária e jornalista Rachel Bardawil que viu nas sementes da Amazônia, uma excelente oportunidade.

De família acreana, Rachel sempre teve contato com a floresta, mas não pensava que dali, poderia de forma sustentável, conseguir abrir o seu próprio negócio. Ela começou, aos 21 anos, a fazer bijuterias com as sementes da floresta Amazônica valorizando o material daquela região. “Minha preocupação era com a biopirataria, mas aprendi como “apagar” o DNA das sementes e essa virou minha marca registrada”, disse.
A idéia deu super certo. Ela se especializou e se tornou uma designer de jóias conhecida em Brasília, abriu uma loja no shopping mais tradicional da cidade, onde expões suas peças.

A história da Rachel confirma uma pesquisa divulgada nessa terça-feira (6) pelo Sebrae. Segundo o levantamento, dos 18,8 milhões de pessoas à frente dos novos empreendimentos no país, 31,7% são jovens.

A pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é realizada pela London Business School há dez anos em 54 país, incluindo o Brasil. O nosso país foi o que menos sentiu a crise mundial e, segundo os empreendedores pesquisados isso aconteceu graças à atual política econômica do Governo.

O levantamento foi feito com 2 mil pessoas entre 18 e 64 anos, em todas as regiões brasileiras. Nesses dez anos de pesquisa, o Brasil apresentou em média 13% da sua população economicamente ativa empreendendo. Em 2009, essa taxa foi de 15%.

Dilma se emociona em encontro do PCdoB que anunciou apoio à sua pré-candidatura


A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, se emocionou nesta quinta-feira (8) ao lembrar militantes históricos do PCdoB que lutaram contra a ditadura para que a democracia fosse restabelecida no Brasil.

“Vejo aqui a mesma coragem e entrega dos companeiros e companheiras que morreram no Araguaia sonhando construir um Brasil melhor”, disse emocionada durante o encontro nacional do partido em Brasília. Segundo ela, esses militantes tinham a mesma chama que ela vê brilhar nos atuais comunistas.

“É essa mesma chama que vejo brilhar nos olhos do Renato Rabelo (presidente do partido), do Inácio Arruda (senador pelo Ceará), do Aldo Rebelo (deputado por São Paulo)”, afirmou.

Segundo a ex-ministra da Casa Civil, o PcdoB sempre lutou pela democracia e que essa é uma bandeira que une a todos. “Uma bandeira sempre me uniu e tenho certeza a tantos outros ao PCdoB e aos companheiros da base aliada. Me refiro à luta sincera e obstinada contra a ditadura. Estamos entre os que só descansaram quando a democracia voltou a imperar nesse país”, disse Dilma.

Apoio a Dilma

O presidente do PcdoB, Renato Rabelo, anunciou durante o encontro o apoio da legenda à pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. Segundo ele, o comitê central do partido decidiu de forma unânime hoje por esse apoio, que deve ser referendado na convenção nacional em junho.

“Anuncio entusiasticamente que em votação unânime do principal órgão do PCdoB, seu comitê central, decidimos pelo apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Essa posição será submetida à convenção nacional em junho”, disse ele.

O PcdoB é um aliado histórico do PT e desde 1989 apóia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rabelo lembrou ainda a diferença clara entre a pré-candidatura de Dilma e do ex-governador de São Paulo, José Serra, do PSDB.

“O Brasil sob a liderança do tucanato estava inadimplente, quebrou três vezes, tivemos um racionamento de energia por longo tempo. Era um país tutelado de forma draconiana pelo FMI (Fundo Monetário Internacional). Não é por acaso que a oposição foge como o diabo foge da cruz de apresentar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, discursou.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O Espiritismo dá sentido à vida


“O Espiritismo progrediu principalmente depois que foi sendo mais bem compreendido na sua essência íntima, depois que lhe perceberam o alcance, porque tange a corda mais sensível do homem: a da sua felicidade, mesmo neste mundo. Aí a causa da sua propagação, o segredo da força que o fará triunfar. Enquanto a sua influência não atinge as massas, ele vai felicitando os que o compreendem. Mesmo os que nenhum fenômeno têm testemunhado, dizem: à parte esses fenômenos, há a filosofia, que me explica o que NENHUMA OUTRA me havia explicado. Nela encontro, por meio unicamente do raciocínio, uma solução racional para os problemas que no mais alto grau interessam ao meu futuro. Ela me dá calma, firmeza, confiança; livra-me do tormento da incerteza. Ao lado de tudo isto, secundária se torna a questão dos fatos materiais.” O Livro dos Espíritos, Conclusão, item V.

Objetivo essencial do Espiritismo

O objetivo essencial do Espiritismo é o melhoramento dos homens. Não é preciso procurar nele senão o que pode ajudá-lo para o progresso moral e intelectual.

A decadência da imprensa brasileira


Nunca a imprensa esteve tão distante e contraposta à opinião do povo brasileiro. Daí seu isolamento e decadência, pelo menos sob sua forma atual.

Por Emir Sader*

A imprensa brasileira teve momentos da historia do país em que desempenhou papel determinante. Basta recordar o peso que teve nas mobilizações de desestabilização que levaram ao golpe de 1964, em que jornais como O Estado de Sao Paulo, a Tribuna da Imprensa, o Correio da Manhã, entre outros, tiveram o papel, pela primeira vez, de condutores ideológicos e políticos das forcas opositoras.

Setores da imprensa tiveram também um papel positivo, na campanha das diretas, quando outros tentavam esconder a amplitude do movimento e seu verdadeiro significado.

Assistimos hoje à decadência generalizada dessa mesma imprensa, que martela, cotidianamente, praticamente de forma total e monótona, ataques contra o governo Lula, logrando, no entanto, que apenas 5% da população rejeite o governo, enquanto mais de 80% o apóie. Nunca a imprensa brasileira esteve tão distante e contraposta à opinião do povo brasileiro. Daí seu isolamento e decadência, pelo menos sob sua forma atual.

As organizações Globo, que só possuiam um jornal, sem nenhuma importância, no Rio, antes do golpe, tiveram na ditadura sua grande alavanca, mas, ao mesmo tempo, o golpe insuperável de falta de credibilidade. Ficaram com a marca da ditadura, por mais que tentassem se reciclar, importando colunistas, usando a audiência da televisão para tentar conseguir mais público.

Atualmente dispõe de um trio que atenta contra qualquer credibilidade, que dá a tônica do jornal: Merval Pereira, Ali Kamel e Miriam Leitão. Todos os três se caracterizam por serem as vozes do dono, por sua postura propagandística, sem nenhum interesse no que dizem, nem brilho ou criatividade no que escrevem. São funcionários burocráticos da empresa, que exercem, da maneira que conseguem, seu burocrático papel de opositres, buscando catar supostas fraquezas do governo, que é seu único objetivo.

Nenhum tipo de análise, nenhuma nuance, nenhuma idéia. Para um jornal que precisaría desesperadamente de credibilidade, eles são um tiro no pé, uma confirmação da falta de credibilidade do jornal. O resto do jornal – das manchetes de primeira página às colunas de notícias – padece desse freio da rígida linha editorial, fazendo um jornal sem graça, sem interesse, sem repercussão.

No Rio de Janeiro, o conjunto dos órgãos da empresa, mesmo atuando fortemente a favor de algum candidato, perdem sempre. Lula ganhou nas duas últimas eleições no Rio; os Garotinhos, Sergio Cabral, Paes, mesmo Cesar Maia, se elegeram sem o apoio do jornal, que os atacava. Hoje, contra a vontade majoritária da grande maioria dos brasileiros, ficam de novo, acintosamente, na contramão da opinião do povo e do país, incluído claramente o povo do Rio de Janeiro, que sabe separar programas de diversão que lhe gosta ver, das inverdades que diz o jornal e os noticiários de rádio e televisão da Globo.

Diminuem sua tiragem, perdem público abertamente para a internet, para os jornais gratuitos, para os jornais populares vendidos. Melancolicamente, se arrasta o jornal, na fúria antilulista, sem repercussão política alguma.

O Estadão sempre foi o jornal conservador por excelência, com certa discrição, boa cobertura internacional, posições claramente direitistas. Conforme foi perdendo público para a FSP, que aparecia mais atraente para os jovens, mais ligada à oposicao à ditadura, tratou de rejuvenescer. Como jornal mais organicamente ligado às entidades empresariais, tem uma avaliação mais equilibrada da política econômica, valorizando seus avanços, no marco das críticas tradicionais do liberalismo dos “gastos excessivos do Estado”.

Além do papel do Estado na economia, suas maiores preocupações e críticas ao governo são na política internacional. Sua predileção, em tudo e por tudo, com os EUA, fica ferida com as alianças com os países do Sul do mundo e com os da América Latina em particular. A política externa soberana do Brasil os incomoda profundamente, transformando-se num dos temas mais usuais e violentos dos editorais.

O outro são os movimentos sociais, em particular o MST, que causa ojeriza ao Estadão, pela defesa intransigente do direito à propriedade privada, pilar do sistema capitalista. (O jornal foi praticamente o órgão oficial das passeatas de preparação do golpe de 64, na defesa da “liberdade, da família e da propriedade”, valores aos quais continua fiel.) A liberdade, que inclui centralmente a de “imprensa” (privada, diga-se), protagonizada pela SIP – Sociedade Interamericana de Prensa -, órgão da Guerra Fria, cenário a que o jornal, rançoso, ainda se sente apegado. Os editoriais, sempre, e atualmente Dora Kramer, são os momentos mais patéticos do jornal, saudoso da Guerra Fria.

A FSP é o jornal que mais teve oscilações de imagem. Era um jornal sem nenhum peso até o golpe e mesmo durante boa parte da ditadura militar. O Estadão era o grande jornal de São Paulo. A FSP apoiou ativamente a preparação do golpe militar, sua realização e a instauração da ditadura, cumpriu tudo o que a ditadura determinava, com noticiários que escondiam os sequestros, desaparecimentos, execuções, publicando as versões oficiais, emprestando carros da empresa para a Oban.

Foi ao longo dos anos 80, quando levou Claudio Abramo do Estadão, que a FSP, pela primeira vez, ganhou prestígio, buscando espaço próprio na oposição liberal à ditadura. Pretendeu ser o órgão da “sociedade civil” contra o “Estado autoritário”, conforme a ideología hegemônica na oposição, advinda da teoria do autoritarismo de FHC. (A FSP tirava, todo ano, uma foto no teto do seu prédio na Barão de Limeira, com os que ela consderava os representantes da “sociedade civil”, de empresários a líderes sindicais, como que para expresar físicamente esse vínculo organizado com os setores que se opunham, em graus distintos, à ditadura.)

Consolidou essa imagen emprestando suas páginas para uma certo pluralismo, com um cronista semanal – Florestan Fernandes, Marilena Chaui, entre os mais conhecidos – do PT, e distintos políticos, intelectuais e líderes sociais escrevendo na sua página de opinião.

Desde a eleição de FHC, entrou em decadência, perdendo totalmente a credibilidade que o diferenciava. Colunistas com vínculos pessoais com os tucanos, como Clovis Rossi, Eliane Catanhede, outros, decadentes, como Jânio de Freitas, se arrastam melancolicamente na decadência geral do jornal, o que mais despencou na tiragem e o que mais se transformou nas duas últimas décadas. O filho do Frias pai conduz o jornal pelo abismo da intranscendência e do rancor, se parecendo cada vez mais com a Tribuna da Imprensa da época de Carlos Lacerda.

A Veja se assume, grotescamente, como o Diario Oficial da extrema direita, com paquidermes como colunistas, sensacionlismo de capa, projetando-se como má espécie de bushismo brasileiro. Com dificuldade para conciliar sua imagem de revista de generalidades com esse papel de brucutu da imprensa nacional, foi perdendo aceleradamente tiragem, o que aumenta a crise financeira que levou a empresa a pendurar-se em capitais externos.

Poderia ser menos afetada pela crise generalizada da imprensa, por ser uma revista semanal. Mas a brutalidade da sua orientação política a fez incorporar-se de cheio nessa queda. Terá papel ainda mais truculento na campanha eleitoral, jogando tudo para tentar barra a vitória do governo, esperando-se os golpes mais sujos da campanha da empresa dos Civita.

No conjunto, o cenário da imprensa brasileira – com a única exceção da Carta Capital, entre as publicações diárias e semanais – é deprimente e decadente. Uma vitória de Dilma – que os apavora, seria ficar mais quatro ou oito anos nessa posição de dirigentes opositores -, trará dilemas difíceis para essas empresas. É possível que uma ou outra busque reciclar-se para adaptar-se a novos tempos, em que inclusive tem que contar com o fim de toda uma geração de políticos estreitamente associados a ela, como FHC, Serra, Jereissatti, etc. Isso, associado a uma intensificação da crise econômica das empresas, deve colocar dilemas cruciais para órgãos que assumiram atitudes suicidas, contra a vontade expressa da maioria do povo brasileiro e pagam preço caro por isso.

*Emir Sader é doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, jornalista, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da UERJ. Publicou, entre outros, os livros O poder, cadê o poder? - ensaios para uma nova esquerda, A vingança da história e Século XX: uma biografia não autorizada.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Programa Especial de Fortalecimento do Ensino Médio


FNDE estabelece critérios de transferência de recursos a estados

Com a finalidade de prestar assistência financeira ao ensino médio estadual durante o ano de 2010, a Presidência da República editou, na última terça-feira (30 de março), Medida Provisória que estabelece o Programa Especial de Fortalecimento do Ensino Médio. No dia 1º de abril, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) publicou Resolução que define os critérios para a transferência dos recursos do Programa aos estados.

A Resolução aponta, no Art.13, que “o acompanhamento e o controle social sobre a transferência e aplicação dos recursos (...) serão exercidos, em âmbito estadual, pelos respectivos conselhos do Fundeb”. É estabelecido, ainda, que o FNDE, a Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal são os responsáveis pela fiscalização da utilização dos recursos repassados ao Programa.

O Programa Especial de Fortalecimento do Ensino Médio tem como principal objetivo incentivar a melhoria dos indicadores de qualidade dessa etapa de ensino. A assistência financeira será oferecida aos estados como forma de contribuir para igualar as oportunidades educacionais no ensino médio e ampliar o número de matrículas.

Classe C ganhou 30 milhões de pessoas em cinco anos



A classe média brasileira cresceu quase 50% nos últimos cinco anos, segundo levantamento da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas. O número de brasileiros pertencentes à classe C passou de 62,7 milhões em 2005 para 92,8 milhões no ano passado.

A maior parte desse crescimento veio das famílias que antes pertenciam às classes D e E: esses dois grupos “encolheram” de 92,9 milhões de pessoas há cinco anos para 66,8 milhões em 2009. A classe A/B, por sua vez, passou de 26,4 milhões para 30,2 milhões de pessoas no mesmo período.

No ano passado, a renda média das famílias brasileiras alcançou o recorde de R$ 1.285,00, alavancada principalmente pelo aumento da renda das classes C e D/E, aponta o estudo. De 2008 para 2009, apenas a renda da classe A/B teve recuo, de R$ 2.582,00 para R$ 2.533,00. Nas classes C/E, essa renda subiu de R$ 650 para R$ 733. O gasto total das famílias foi o maior desde 2005, alcançando R$ 1.066,25.
Entre as regiões, a renda das famílias do Sudeste e do Nordeste tiveram as maiores expansões, de R$ 179 e R$ 178, respectivamente, enquanto no Sul houve queda de R$ 183.

Poupança e intenção de compra
A crise financeira internacional preocupou o brasileiro e levou a um maior volume de poupança, segundo a Cetelem. Os recursos destinados a aplicações, poupança e investimentos alcançaram R$ 535,31 - R$ 220,00 mais do que em 2008.

Entre os entrevistados, 72% também disseram que pretendem aumentar suas economias. A região Sul foi a que mais poupou, totalizando uma média de R$ 848.

Ainda assim, a pretensão de compra se manteve estável para este ano. “Na região Nordeste, destaque para o aumento de quase 10 pontos percentuais na pretensão de gastos com lazer e viagem. Este item também aparece com destaque nas regiões Norte e Centro-Oeste, juntamente com telefone celular e computador para casa. Na região Sul há destaque para a pretensão de compras de carros”, diz a entidade em nota.

Projeto Banheiro Ecologicamente Correto


Nós, do Escritório Cria Arquitetura, acreditamos que podemos e devemos promover um modo de vida mais sustentável através de uma arquitetura de qualidade, que utilize tecnologias e materiais adequados, e estimule o maior número de pessoas possíveis. Com este intuito, foi desenvolvido o projeto de arquitetura de interiores para a mostra de decoração Campinas Decor 2006, denominado Ecobanheiro. O banheiro público do evento é o espaço destinado a este projeto vencedor do Prêmio Planeta Casa 2006 na categoria Design de Interiores

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Avaliação do Imóvel
O espaço foi recebido em fase de acabamento, tendo sido construído de maneira convencional.

A estratégia proposta após a avaliação do espaço foi a adoção de medidas que diminuíssem os impactos gerados por esta construção convencional, ou seja:

•Tornar o ambiente menos dependente do uso e consumo de água e energia;
•Criar um ambiente menos emissor de poluentes, portanto, mais saudável, melhorando a qualidade da atmosfera interior da edificação;
•Aperfeiçoar a relação do ambiente com seu entorno, utilizando a iluminação e outros recursos naturais como ferramentas.

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Metas do Projeto
•Divulgar o conceito de arquitetura sustentável, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente;
•Demonstrar que a arquitetura pode ser bela, de qualidade, e ao mesmo tempo ser menos impactante ao meio ambiente;
•Incentivar o consumo consciente e divulgar o mercado dos produtos sustentáveis, provando viabilidade, tanto econômica quanto estética.

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Conceito do Projeto
O projeto utiliza conceitos da arquitetura sustentável aliados a uma linguagem minimalista, que se mostra como um caminho onde a estética busca sua força em formas simples, sem elementos supérfluos.

A intenção de criar novas sensações, com mínimas intervenções, requer um cuidado especial na escolha dos materiais, que têm papel fundamental na qualidade do ambiente.

A dinâmica do espaço é determinada pelo movimento gerado pela composição de planos, que também induzem percursos e delimitam usos.

O ambiente ganha um clima acolhedor pela predominância de tons naturais e iluminação amarelada. A cor branca é utilizada como moldura, destacando os materiais , além de auxiliar na reflexão da luz e na ampliação do espaço.

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Layout
O layout é trabalhado de forma integrada, com harmonia e eficiência, garantido o cuidado com a natureza e com as pessoas.

•Contempla as normas de acessibilidade;
•Garante que o uso efetivo do banheiro não impeça sua visitação;
•Composição, forro, painel e passarela de madeira: delimita a área das cabines e define os lados masculino e feminino;
•Divisórias de solocimento determinam o hall de entrada;
•Um sistema de cortinas: garante privacidade.

Renda do brasileiro bate recorde em 2009


A renda média das famílias brasileiras em 2009 alcançou o recorde de R$ 1.285,00. A conclusão é da pesquisa Observador Brasil 2010, feita pela Cetelem (financeira do grupo francês BNP Paribas) e pelo instituto de pesquisa Ipsos.

O gasto total das famílias foi o maior desde 2005, alcançando R$ 1.066,25. Por outro lado, o brasileiro poupou mais em 2009. Os recursos destinados a aplicações, poupança e investimentos alcançaram em média R$ 535,31, o que equivale a R$ 220,00 mais do que em 2008. Sobre as intenções para os próximos 12 meses, 76% dos entrevistados afirmaram que pretendem aumentar as economias.

A região Sul foi a que mais poupou, aplicou ou investiu dinheiro em 2009, totalizando uma média de R$ 848. Logo depois, ficou a região Nordeste, que guardou R$ 832 por mês. Em comparação com 2008, a região Nordeste foi a que mais ampliou investimentos em 2009, uma diferença que chegou a R$ 637.

Nos últimos cinco anos, tem diminuído o número de pessoas que precisou atrasar algum pagamento. Em 2009, apenas 3% declararam ter atrasado uma prestação, enquanto em 2005, o índice era de 9%.

De acordo com a declaração dos entrevistados, também sobrou mais dinheiro no final do mês, alcançando R$ 138,16, em 2009, contra R$ 108,25, em 2008.

A comparação é ainda mais expressiva ao avaliar os dados históricos: em média, o que sobrou no fim do mês no ano de 2009 mais que dobrou em relação a 2005, quando chegou a R$ 67,3.

Brasil é o sexto país do mundo em empreendedorismo, mostra pesquisa


O Brasil ficou em sexto lugar no mundo em empreendedorismo em 2009, com 15,3% da população, o equivalente a 18,8 milhões de pessoas, fazendo parte da Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) – negócios com menos de 42 meses de existência. A taxa registrada ficou acima da média histórica do país que é de 13%. Em 2008, a TEA ficou em 12%.

Os dados constam da décima edição da pesquisa Global Entreperneuship Monitor – GEM, que mede o nível de empreendedorismo em diversos países, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).

No ranking dos países, o primeiro colocado é a Colômbia, com 22%, seguido do Peru, que tem 21%. O terceiro país mais empreendedor é a China, que obteve o índice de 19% em 2009. A pesquisa foi divulgada hoje (6), na capital paulista.

De acordo com a pesquisa, as mulheres lideram o empreendedorismo, com uma participação de 53%. O percentual dos homens é de 46%. Quando se fala em empreendedorismo por oportunidade – quando se aproveita uma aptidão pessoal ou se identifica um nicho a ser explorado – as mulheres também lideram, com 53,4%. Entre os homens, o percentual, nesse caso, é de 46,6%.

De maneira geral, o empreendedorismo por oportunidade atingiu a proporção de 1,6 brasileiro para 1 que empreende por necessidade – quando não encontra vaga no mercado de trabalho e monta seu próprio negócio para sobreviver. Em 2009, esse número chegou a 9,4%, reflexo do alto crescimento dos empreendimentos nascentes, que passou de 2,93% em 2008 para 5,78% em 2009.

A pesquisa indicou, ainda, que a população empreendedora está concentrada entre os jovens de 18 a 34 anos, com 52,5%. Do total de empreendedores, 20,8% têm de 18 a 24 anos e 31,7%, entre 25 e 34 anos. Os adultos de 55 a 64 são a menor taxa, com 4,3%.

Segundo o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, o aumento registrado em 2009 mostra que os brasileiros são realmente empreendedores. “Mesmo durante o período de crise econômica, encontraram no empreendedorismo uma forma de conseguir emprego e renda e uma possibilidade de continuar sobrevivendo e sustentando sua família”.

Okamoto enfatizou que os jovens também estão procurando no empreendedorismo sua chance de gerar emprego e renda. “O jovem não espera mais a oportunidade em grandes empresas ou no emprego público”, avaliou. Sobre o aumento das mulheres empreendedoras, ele destacou que significa que as mulheres estão se preparando e estudando mais para fazer empreendedorismo com mais conhecimento e possibilidades de êxito.

O presidente do Sebrae alertou para a importância de se dar atenção para a questão da inovação, já que a pesquisa indicou que apenas 5,4% dos empreendedores iniciais acreditam que seus produtos ou serviços são considerados novos por todos. Outros 11,1% acreditam que oferecem alguma novidade e 83,5% não pensam em disponibilizar algo novo a quem queira comprar. “Não basta abrir o negócio mesmo quando observamos que o mercado está crescendo. É importante para ter competitividade, criar produtos e serviços mais inovadores”.

terça-feira, 6 de abril de 2010

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Com 600 mil pagantes, estreia de 'Chico Xavier' bate recordes


Da Redação, Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO - O longa-metragem Chico Xavier, cinebiografia do médium mineiro, é o novo recordista de estreia da retomada do cinema brasileiro. Segundo cálculos preliminares da distribuidora Downtown, o filme dirigido por Daniel Filho, que chegou aos cinemas brasileiros na última sexta-feira, foi visto por cerca de 600 mil espectadores em seus três primeiros dias em cartaz. A média de ocupação é de 1,5 mil por sala, num total de R$ 6 milhões de renda. O recorde anterior pertencia a Se eu fosse você 2 (2009), também dirigido por Filho, que atraiu cerca de 570 mil pagantes no mesmo período, e foi responsável por um total de 6,1 milhões de pagantes.

Lançado dia 2, feriado da Sexta-feira da Paixão, data que coincide com o centenário de nascimento de Chico Xavier, que morreu em 2002, o filme sobre a vida e a obra do líder espírita ocupa um circuito com 377 salas, e é fruto de uma parceria entre a Globo Filmes e a Sony Pictures do Brasil. Inspirado no livro As vidas de Chico Xavier, do jornalista Marcel Souto Maior, a produção conta com um elenco grandioso, que inclui Tony Ramos, Christiani Torloni, Letícia Sabatella, Pedro Paulo Rangel, Giovanna Antonelli, Cássia Kiss e Paulo Goulart, entre muitos outros. Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier, revezam-se nas caracterizações do personagem-título na infância, a juventude e na fase adulta, respectivamente.

A performance de abertura de Chico Xavier serve de parâmetro para o fôlego de um filme brasileiro no circuito nacional. Avatar, a superprodução americana dirigida por James Cameron, vendeu mais de 800 mil entradas em seus três primeiros dias em cartaz no país. Já Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto, fez pouco mais de 220 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. Rodado entre junho e agosto do ano passado em locações em Minas Gerais (Tiradentes, Uberaba) e Rio de Janeiro e nos estúdios do complexo cinematográfico de Paulínia (São Paulo), o filme custou R$ 12 milhões.

.18:27 - 05/04/2010

Nem só seu cachorro come ração: conheça mais sobre a ração humana!


Nas roda de mulheres, não se fala em outra coisa. A queridinha das loucas por dieta e vida saudável é a ração humana, um composto de fibras que promete dar aquele UP na dieta e regularizar todo o organismo. A ração humana consiste em uma mistura de linhaça, guaraná, colágeno, fibra de trigo, aveia, leite de soja, açúcar mascavo, castanha, amêndoa, gergelim, gérmen de trigo e em alguns casos, cacau. A mistura é tão versátil que já existe no mercado uma versão salgada, para quem prefere misturar o composto a comida.

A ração humana é benéfica para o organismo por diversos motivos: a castanha, aveia e trigo são fontes energéticas, que contribuem para o aumento da resistência e ajuda a desintoxicar o organismo. Como é composta de fibras, recomenda-se que beber muito líquido para evitar gases e intestino preso. No que se diz respeito ao emagrecimento, ela contribui diminuindo a absorção da gordura, mas é importante aliar a prática de atividades físicas e uma alimentação balanceada.

Como sugestão de consumo, é ideal substituir o café da manhã combinando 3 colheres de sopa com um iogurte, fruta ou suco.

A ração humana pode ser encontrada em casas de produtos naturais ou suplementação alimentar. Se você preferir, pode preparar sua própria ração em casa. Os ingredientes também podem ser encontrados avulsos nestas casas de produtos naturais e costuma sair mais barato do que a versão industrializada.

Para fazer, você vai precisar:

•500g de soja em pó
•500g de farelo de trigo
•500g de farelo de aveia
•100g de gergelim
•100g de linhaça dourada
•100g de guaraná em pó
•100g de levedo de cerveja
•100g de gérmen de trigo
•100g de açúcar mascavo
•100g de gelatina sem sabor
•100g de quinua
•100g de cacau em pó
•100g de farinha de maracujá

O modo de preparo é super simples: é só misturar tudo e armazenar em potes limpos, secos e guardados na geladeira. Diabéticos e hipertensos devem eliminar o guaraná e o cacau em pó

Economia - Redução de impostos levou 14% dos brasileiros às compras


Luiz Urjais, Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO - Os consumidores aproveitaram a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) do setor automobilístico, da linha branca e a desoneração das alíquotas para móveis e placas de madeira para ir às compras. Pesquisa nacional realizada pela Federação do Comércio (Fecomércio-RJ) aponta que cerca de 14% dos brasileiros aproveitaram o incentivo para realizar compras no varejo. A medida foi adotada pelo Ministério da Fazenda para estimular o aquecimento das vendas, em meio a crise financeira internacional.

De acordo com o estudo, as vendas mais representativas foram de carros novos (nas classes A e B); material de construção, (na C); e geladeira, nas classes (D e E). A maior adesão foi na região Norte e Centro-Oeste do país, que representou 25% das 70 cidades, por onde a pesquisa foi realizada.

Segundo o economista Christian Travassos, da Fecomércio, os resultados do mês de dezembro foram os melhores.

– Nossa pesquisa se baseou na pergunta “Você aproveitou a isenção do IPI para fazer compras?”. Desta forma, analisamos que 20% dos entrevistados compraram materiais de construção, móveis e geladeira, enquanto 15% compraram um carro zero, o primeiro segmento contemplado com a isenção, em dezembro de 2008, como forma de compensar a queda nas vendas. Entende-se que muitos consumidores aproveitaram o 13° salário para tais aquisições – explica Travassos.

O consultor de varejo Luiz Freitas observa que a redução é benéfica para o consumidor e também para a economia do país. Ele ressalta que 75% do mercado nacional são baseados no consumo interno.

– A redução de um imposto, mesmo que de forma irrisória, é atrativa. É melhor pagar menos cerca de 6% agora no produto do que correr o risco deste, certamente, estar mais caro amanhã. É, a meu ver, um aporte financeiro. O fabricante tem seu produto desonerado, e o consumidor, o preço do produto reduzido. É uma forma de regular o mercado – diz.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor moveleiro – que conta com mais de 17 mil indústrias de móveis e painéis de madeira no país – foi beneficiado pela redução do IPI em novembro de 2009, depois de ter sofrido queda de 10% nos negócios, por conta da crise. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário, Abimóvel, José Luiz Diaz Fernandez, a medida adotada pelo governo ajudou o setor.

– A previsão para o ano de 2010 era ruim. Vínhamos de uma queda nos negócios, e o cenário não era favorável. Notávamos que, com a redução do IPI na linha branca, por exemplo, o consumidor estava deixando de comprar móveis, para adquirir tais produtos. Isso nos prejudicou. No entanto, quando houve a redução também para nosso setor, percebemos um aumento de 14% nas vendas a varejo, de dezembro do ano passado a fevereiro, deste ano – disse o dirigente.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) a crise chegou ao mercado automobilístico no último trimestre de 2008, se estendendo até novembro de 2009, quando as vendas de veículos caíram de 269 mil para 179 mil. Depois de ser prorrogado muitas vezes, o benefício do IPI zero para automóveis foi retirado em março.

A analista de marketing Nattalia Meato Vinhas aproveitou a redução do IPI para financiar em 60 meses um carro zero km e, por conta do preço baixo do veículo, pôde investir em um seguro. “Se não houvesse a questão do IPI, eu teria que comprar um carro usado. Levei em conta, na hora da compra, a taxa de juros mais favoráveis e que coubessem, em longo prazo, no meu bolso”, conta.

A Anfavea explica que, com a redução do IPI, a retomada do crédito e maiores prazos de financiamento de compra, houve um crescimento de 11,4% de vendas a varejo no setor, se comparado ao mesmo período de 2008, representando 3,141 milhões de vendas em 2009, contra 2,820 milhões, em 2008. O órgão estima que, na relação final consumidor e varejo, o mercado automobilístico tenha um crescimento de 8%, até o fim do ano, impulsionado pelo índice que gira em torno de 434 mil vendas, só neste início de ano.


.22:56 - 04/04/2010

domingo, 4 de abril de 2010

ReveiLuau Retrospectiva

Lindo Gol


Hoje eu posso dizer... Realizei um sonho!!!
Pela primeira vez na pelada de domingo, marquei um gol de bicicleta... E não foi um gol de bicicleta simples... foi um golaço.

Batatinha estava na lateral direita, e fez um lançamento longo e preciso. Eu estava desmarcado e de costas para o gol. Foi quando "matei" a bola no peito, e ela subiu, daí preparei para o lance que seria o mais belo do dia... fiz o movimento perfeito! Mandei uma Bicicleta!!! Quando eu olhei, a bola já estava estufando a rede! Um Golaaaaço!
Fui cumprimentado por todos... até mesmo pelos adversários.